A expectativa da Prefeitura de Socorro é de que cerca de 6 mil animais sejam vacinados no município

Em virtude da pandemia do coronavírus o início da 1ª fase da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa 2020 precisou ser adiada em alguns estados, a exemplo de Sergipe, passando para a ser de 1 a 30 de junho. Para tal, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) emitiu orientações sobre procedimentos e cuidados para que a vacinação ocorra satisfatoriamente sem colocar em risco a saúde dos produtores rurais e dos servidores do serviço veterinário oficial.

Considerada uma das enfermidades animais mais contagiosas, podendo causar importantes perdas econômicas, a febre aftosa é uma doença viral altamente perigosa para os rebanhos. Os produtores de bovinos e bubalinos devem ficar atentos na mudança, pois a dose foi reduzida de 5 para 2ml. Além de baratear os custos para o criador, a redução irá causar menos reações nos animais.

De acordo com com o secretário municipal de Agricultura, David Fernandes, a expectativa é que cerca de 6 mil animais sejam vacinados em Nossa Senhora do Socorro. “A febre aftosa é uma doença endêmica que pode se espalhar entre os animais. Se atingido pela doença o animal pode perder peso, parar de produzir leite e até precisar ser sacrificado, a fim de evitar a infecção dos demais. O Brasil pode parar de exportar e trazer grandes prejuízos econômicos”, declarou.

A vacina pode ser encontrada nas casas agropecuárias e após a aplicação, o proprietário deve apresentar a nota e declarar que aplicou a dose do animal na Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) ou na Secretaria Municipal de Agricultura, Irrigação e Pesca (SMAP), localizada na rua Antônio Valadão n°33, povoado Porto Grande.

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